Antiguidades, velharias e uma saudade...


Miguel dos Santos

Para entender a obra de Miguel, basta apenas se plantar diante de algo produzido por este artista e deixar fluir... deixar acontecer. As obras deste pernambucano radicado na Paraíba, fincam as raízes do Mestre Vitalino - de quem herdou a sensibilidade da arte popular, na terra do Mestre Ariano - que explica com erudição invejável essas raízes. Ver, observar, contemplar, vislumbrar... estes conceitos começam a diferenciar quando o espectador se percebe diante de uma escultura de Miguel. O artista tem atelier em Jaguaribe onde desenvolve pinturas de cavalete; esculturas de cerâmica, mármore, madeira; cria azulejos, painéis... desenvolve uma multiplicidade de obras e materias com sede de quem busca sempre descobrir algo que está dentro dele. Miguel dos Santos é um homem à frente do tempo.

painel cerâmico da Ass. dos plantadores de cana-de-açúcar do estado da Paraíba

esculturas diversas, diversos temas, diversos materiais

Escrito por A Conservadora às 07:28
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Painel da Clínica São Camilo em João Pessoa

Escrito por A Conservadora às 22:45
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Alemanha

Flavio Tavares, expondo pela segunda vez na Alemanha, abre as portas do mercado europeu. Bem aceito, o trabalho do pintor esgotou-se pratimente na primeira em seguida da vernissage. Lisboa em breve.



Escrito por A Conservadora às 08:25
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Tarsila do Amaral

Visitem o site www.tarsiladoamaral.com.br  e (re)descubram uma das maiores expressões da arte moderna brasileira. Tarsila vive nas suas obras, respirando a cultura brasileira.

'Abaporu'-1928  - óleo/tela 85 X 73cm
Assin.:"11-1-1928", aniversário de Oswald de Andrade

 

 



Escrito por A Conservadora às 21:38
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Os acadêmicos

A Academia Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, antiga Academia Imperial, abrigou os maiores artistas do Brasil, sobretudo da arte brasileira do século XIX. Pena é que muitos artyistas geniais, percam espaço pros artistas geniosos por causa do marketing. Eu sou viciada no movimento acadêmico (do impressionismoao realismo), ... Parreiras, Visconti, Pedro Américo, Aurélio de Figueiredo, Batista da Costa... dentre outros... e o casamento entre a vida pessoal e obra do artista em questão, é realmente um tema apaixonante. Muitos artistas romperam com a academia e criaram escolas próprias, outros contestaram a academia , mas viveram eternamente com a relação amor/ódio... e outros superaram os ditames acadêmicos, imortalizaram o Rio de Janeiro em suas obras, e nos deixaram um legado fabuloso. Dentre eles, vamos destacar o Batista da Costa. "Batista da Costa era de tal maneira pessoal na sua expressão artística, tinha tamanha identidade com a natureza, tão brasileiros ambos, que não podia escravizar-se a nenhuma escola. Não é puramente clássico, nem impressionista, nem expressionista, nem louco ou modernista”. Carlos Rubens

Escrito por A Conservadora às 09:53
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Os acadêmicos

A Academia Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, antiga Academia Imperial, abrigou os maiores artistas do Brasil, sobretudo da arte brasileira do século XIX. Pena é que muitos artyistas geniais, percam espaço pros artistas geniosos por causa do marketing. Eu sou viciada no movimento acadêmico (do impressionismoao realismo), ... Parreiras, Visconti, Pedro Américo, Aurélio de Figueiredo, Batista da Costa... dentre outros... e o casamento entre a vida pessoal e obra do artista em questão, é realmente um tema apaixonante. Muitos artistas romperam com a academia e criaram escolas próprias, outros contestaram a academia , mas viveram eternamente com a relação amor/ódio... e outros superaram os ditames acadêmicos, imortalizaram o Rio de Janeiro em suas obras, e nos deixaram um legado fabuloso. Dentre eles, vamos destacar o Batista da Costa. "Batista da Costa era de tal maneira pessoal na sua expressão artística, tinha tamanha identidade com a natureza, tão brasileiros ambos, que não podia escravizar-se a nenhuma escola. Não é puramente clássico, nem impressionista, nem expressionista, nem louco ou modernista”. Carlos Rubens

Escrito por A Conservadora às 08:47
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Mãe Preta - Lúcílio de Albuquerque.

Escrito por A Conservadora às 08:14
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Pratarias

As peças em prata devem ser vistas com atenção especial pelo colecionador. Inicialmente, engana-se que o uso de abrasivos seja de fundamental importância para o brilho da prata. Quem mora próximo ao mar, ou em grandes centros, possuem certamente um trabalho maior com os utensílios de prata. Eu imagino a angústia de quem tem uma salva, uma bandeija, ou algo do gênero, escurecido, ou mesmo com crostas verdes (oxidação). Antes de gastar seu dinheiro em abrasivos comuns, destes que se encontram em supermercados ou lojas especializadas... avalie a extensão da sujidade e se a peça está coberta por algum verniz ... se for apenas escurecimentos superficial, algo que com uma escova macia e sabão de coco limpe, aí sim... pode ser usado sem problema...mas em casos mais sérios, como as oxidações, melor é procurar um prateiro de confiança e pedir que faça um polimento (vai lhe economizar dinheiro e tempo), e se a peça não for de uso diário, pode ser aplicado um verniz transparente (para proteção... que pode ser retirado a qualquer momento sem prejuízo algum para peça). Nada de sair por aí correndo a dar banho de prata...em alguns casos, isso descaracteriza a peça e compromete o seu valor. ATENÇÃO: ao comprar pratas, se for comprar peça nova...procure uma loja especializada, olho no preço, na qualidade e no certificado de garantia; também preste atenção naqueles números embaixo...quanto maior o valor do número, menor a liga...quer dizer, o objeto em prata de lei, é identificado pelas gravações com números. Ex: 925, 835 etc; quanto maior o número, maior será a sua pureza; mas se for comprar uma peça antiga, atente para os contrastes (constrates são aqueles carimbos que geralmente ficam embaixo da peça - muitas vezes esses carimbos são muito pequenos... melhor ver com lupa...). Se quiser iniciar a sua coleção de prataria, leia livros e revistas especializadas, e procure um bom catálogo sobre os contrastes e as respectivas épocas, bem como as marcas de fábrica.

Escrito por A Conservadora às 18:10
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Continuando na pintura de cavaletes...

O que na verdade vale salientar, é precisamente aos artistas... usando material de boa qualidade e técnicas compatíveis, há um aumento considerável de que a sua pintura se mantenha estável. Se a base é à óleo, então usemos tinta óleo...se a base for diluída em água, podemos usar tintas à base d´água, e assim continua a saga das pinturas de cavaletes que são, ao meu ver, dos bens móveis (integrados ou não) o que mais sofre a ação dos agentes de degradação, sobretudo pelo suporte utilizado, e muitas vezes pela mistura de materias incompatíveis entre si.

Escrito por A Conservadora às 16:14
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As pinturas de cavaletes

Pintura de cavalete? preciso dizer do que se trata? todo mundo sabe o que é... a simples tela, com as diversas técnicas (e agora mais recentemente...os artistas - não sei se para economizarem, ou para satisfazer o mercado de arte, ou ainda para poupar os clientes dos danos comuns - rasgos, empenamentos, abaulamentos etc... usam cartões, eucatex, e afins....), pois bem, as telas precisam de cuidados especias. Os cuidados com as telas vão desde a parede aonde ela está ou será colocada, até a posição dos ventos e da luz (natural e artificial), passando pela educação das crianças e a velha . Para os restauradores, acredito que as telas são consideradas o feijão-com-arroz, porque os problemas geralmente são os mesmos: oxidação do verniz de proteção, empenamento, escorrimento causado por gotejamento, rasgos, desprendimentos da camada pictórica, ataque de xilófagos (o mais famosos deles é o cupim) , resíduos poluentes do ar, excrementos de insetos...e por aí vai. 



Escrito por A Conservadora às 22:08
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Como as pessoas se repetem

Estive noutro dia nas ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, onde ao lado existe um cemitério antiquíssimo. Para minha enorme surpresa, o guia turístico fazia alusão à cosntrução da Igreja pelos holandeses. Deus meu, onde já se viu? holandeses contruírem igreljas católicas? muito menos no caótico Brasil...isso de dizer muito menos é só pra enfeitar o texto porque os flamengos, neerlandeses ou quem quer que sejam daquelas bandas, eram calvinistas...aliás graças a velha briga entre os burgueses calvinistas e o Felipe II (rei católico da União Ibérica), os bacanas dos Países Baixos, resolveram eliminar do processo açucareiro, os comerciantes portugueses.... mas vamos lá...gente...quando algum guia desavisado (pra não dizer ignorante de pais e padrinhos) comentarem esta asneira...chama ele no cantinho..assim do lado, e diga-lhe que as igrejas existentes foram transformadas em casa de armas, quartéis e similares.

Escrito por A Conservadora às 21:52
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Cuidando dos móveis

Engana-se quem pensa em tratar os móveis de madeira-de-lei (dá-se este nome as madeiras consideradas nobres, que por Decreto Real permitia-se ao explorador a sua extração...o velho estanco), com cera de abelha pura. O tratamento da superfície com base de cera de abelha, é de fato muito útil, sobretudo para os móveis que estão sujeitos às intempéries...mas cuidado. Ao utilizar a cera de abelha, faça com uma pasta (que pode ser manipulada em ambiente doméstico, e é bem melhor que as ceras industrializadas) onde se dilui em banho-maria a cera de abelha e a cera de carnaúba, depois mistura-se com aguarrás mineral, batento com vigor num recipiente de vidro esterilizado, vai acrescentando a aguarrás até que a mistura adquira uma coloração esbranquiçada, e formato pastoso. aplique com uma flanela seca, antes retirando toda a poeira da superfície a ser trabalhada. após algumas horas, dê polimento com outro pano macio. A aguarrás impede que a sua casa seja visitada por indesejáveis abelhas, atraídas pelo forte odor da cera.



Escrito por A Conservadora às 21:32
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Reconhecendo as opalinas

É muito comum um cliente chegar em um antiquário (alguns são absolutamente ignorantes, outros espertos mesmo), e se depararem com uma belíssima peça de vidro colorido. Uns podem ser vidros leitosos, mas outros podem ser preciosas opalinas, não que os vidros leitosos sejam sem valor, há que se levar em conta o feitio da peça como um todo, mas o vendedor querendo lhe passar um produto caro, logo dirá que é uma peça de opalina. Na dúvida, proceda da seguinte maneira: coloque a peça contra a luz. A opalina, seja de qualquer cor, aparecerá amarelada. Caso contrário certamente será um vidro leitoso. Não compre gato por lebre, nem tenha vergonha de dizer que esta ou aquela peça não é genuinamente o que estão lhe oferecendo, compre apenas o que lhe apraz, mas paque o preço justo.

Escrito por A Faxineira às 21:56
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A novela das oito

 A democracia é uma legítima obra de arte, nascida na Grécia, sempre teve o seu valor em alta cotação. Ao presenciar os primeiros capítulos da nova novela da Globo (e tem que se elogiar a reconstituição de época), percebemos que a partir de 64, ela é não só uma obra de arte, como uma raríssima, e portanto a mais cara para o país... que nos custou 21 anos de muito sangue, suor e lágrimas.

Escrito por A Faxineira às 10:24
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O artista, a obra e a fase

É muito mais comum do que pensamos que os proprietários de peças (antigas ou velharias) ou obras de artes, tenham uma visão equivocada acerca do bem que possui. Vejamos, um artista menos famoso, ele tem as chamadas "fases" pelas quais os famosos também passaram, e estas fases são mais ou menos valorizadas de acordo com a técnica empregada pelo autor, ou mesmo quando há aquele lance de sorte, e o artista tem uma obra adquirida por algum notável... para alguns apenas este fato já baliza aquela fase, daquele artista, a melhor, portanto a mais cara. Há na Paraíba, um artista que em vinte anos, apesar de suas obras serem agradável aos olhos, o0 que ele parece chamar a atenção quando se expoêa na mídia é o fato de ter sido adquirido por Jonh Lennon... ui... o que é verdade, depois disso chove na sua horta museu da Alemanha, da Holanda, do escambau.... mas em termos de criatividade, e estilo...o camarada faz a mesma coisa que fazia quando teve a sorte de encontrar Jonh Lennon numa galeria nova-iorquina, resultado: a sua marchand se vira em gato (que tem sete vidas) pra vender o mesmo tema, a mesma técnica que divulgava há vinte anos, quer dizer vender variações sobre um mesmo tema.



Escrito por A Faxineira às 10:05
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